FALTOU INTELIGÊNCIA!!!

24/12/2014 09:33

Nestes 12 anos de existência deste modesto E-Journal, a Copa do Mundo foi realizada em quatro ocasiões e, em todas elas, tive a oportunidade de 

comentar a competição sempre buscando fazer uma correlação entre este evento e a administração empresarial sempre focando algum ponto relacionado ao marketing, a gestão de pessoas, a motivação, etc.
Nesta última, pela repercussão do evento e pela forma como ela terminou para o Brasil, não posso deixar de utilizá-la para analisar os motivos porque ela terminou de forma tão melancólica para o selecionado brasileiro.
Uma Copa do Mundo é um evento que mexe muito com o emocional das pessoas e, na maioria das vezes, a coisa fica restrita aí. E pouco pensamos nas consequências que uma vitória ou derrota pode trazer para o nosso crescimento profissional ou pessoal.
É claro que o país ficou desolado com o resultado alcançado, mas cabe uma indagação. PORQUÊ????
Para mim ficou claro que faltou INTELIGÊNCIA.
INTELIGÊNCIA INTELECTUAL para a comissão técnica e os jogadores para não se atentarem que os países evoluíram sua maneira de jogar se tornando mais coletivo e se baseando em um conjunto bem montado, com as peças certas nos lugares certos, e bem treinado, com disposições táticas baseado na força do grupo. Enquanto isso no Brasil, ainda raciocinamos que o Brasil é um craque e mais dez. Seja o Neymar e mais 10, ou o Pelé e mais 10, ainda achamos que alguém sempre vai fazer o milagre na hora fatal e salvar a pátria.  Na fatídica derrota para a Alemanha por 7 x 1 ficou mais patente ainda que não havia INTELIÊNCIA INTELECTUAL dentro do campo para que algum jogador caísse, quando o placar chegou a 2 x 0, e tentasse acalmar o jogo enquanto alguém de fora, com inteligência, mudasse a forma de jogar do time. 
Nas empresas não é diferente. Elas buscam ter um craque, principalmente em suas áreas comerciais que, na hora "H", vai lá e arranca o grande pedido e salva o faturamento. E as coisas não são bem assim. Em uma economia competitiva, faz-se necessário que as empresas raciocinem como equipe, bem selecionada, bem treinada e bem comandada para que os resultados apareçam. É necessário que haja planejamento, conhecimento dos adversários, leia-se concorrentes, fortalecimento do atendimento, seja no pré ou no pós vendas. Não basta apenas ter uma monte de gente que saia para a rua para vender ou que, internamente, cuide da produção ou da qualidade. Por isso muitas empresas vivem na corda bamba lutando para não perder, enquanto o pensamento correto seria se preparando para ganhar.
Outra inteligência que faltou foi a INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. No caso da seleção canarinho, ficou claro que uma equipe que chora quando se canta o hino, chora quando perde um penalti ou quando marca o gol que alguma coisa emocionalmente não estava bem. Ainda citando o mesmo jogo, algum jogador, ou mesmo a comissão técnica, poderia ter dado um jeito de parar o jogo ou buscar uma forma de se recompor e não deixar a vaca ir para o brejo de forma tão acelerada. O comando técnico dava visíveis sinais de perplexidade enquanto o time ia tomando um gol atrás do outro.
Não é diferente no mundo corporativo. Diante de uma crise, quer de mercado ou interna, é extremamente necessário que alguém pare o jogo e procure soluções para enfrentá-la. Mas o que se vê, na grande maioria das vezes, é o desespero tomando conta da estrutura e se promove uma verdadeira correria para mudar o placar, quando se precisa mesmo é mudar a atitude.
Este foi o motivo pelo qual dei o nome à minha empresa de INTELIGÊNCIA DE MARKETING. Porque a inteligência sempre vai ser o caminho mais acertado para se ganhar a Copa do Mercado.

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